Golpe De Luxo: Quadrilha De Estelionato é Presa Após Gastar R$ 10 Mil Em Lagosta, Uísque E Camarões Em Bar Da Zona Sul

Golpe de Luxo: Quadrilha de Estelionato é Presa Após Gastar R$ 10 Mil em Lagosta, Uísque e Camarões em Bar da Zona Sul

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Quadrilha Especializada em Fraudes é Desmantelada pela Polícia Civil

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu em flagrante quatro indivíduos acusados de integrar uma quadrilha interestadual especializada em golpes de estelionato. As ações do grupo, que ocorriam tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, visavam frustrar o pagamento de contas após o consumo de itens de alto valor em bares e hotéis. A organização criminosa foi identificada após causar um prejuízo superior a R$ 10 mil a um estabelecimento na Zona Sul carioca, com o consumo de iguarias como lagosta, camarões e bebidas importadas.

Modus Operandi: Luxo e Cartões Virtuais para Enganar Estabelecimentos

A partir do episódio no bar, a 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana) iniciou um trabalho de monitoramento e inteligência. Durante as investigações, os policiais descobriram que os suspeitos ostentavam uma vida de luxo, financiada pela prática de golpes. Eles se hospedavam em um hostel e realizavam reservas diárias através de plataformas digitais, utilizando a cada dia cartões virtuais distintos para dificultar a detecção da fraude. Foram identificadas sete reservas fracionadas e estratégicas, visando ludibriar o sistema.

Consumo de Alto Padrão e Cancelamento de Pagamentos

A quadrilha também consumia serviços e produtos caros, alegando que os valores seriam compensados nas diárias contratadas. Segundo a polícia, a preferência era sempre pelas opções mais caras do cardápio. No momento em que o gerente do estabelecimento percebeu a fraude e registrou a ocorrência, os investigados cancelaram simultaneamente todos os pagamentos efetuados via cartões virtuais. Essa ação frustrou integralmente a quitação das despesas, que ultrapassaram R$ 5 mil apenas nesse incidente.

Antecedentes Criminais e Acusação Formal

A Polícia Civil informou que todos os presos possuem antecedentes criminais. Dois deles são de São Paulo e já respondem por crimes de estelionato e furto. Atualmente, os suspeitos responderão pelos crimes de estelionato e associação criminosa, com a investigação buscando aprofundar a atuação do grupo em outros estados.

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