Sabrina Carpenter Lidera Ranking De Músicas Mais Irritantes De 2025; Estudo Revela Fatores

Sabrina Carpenter Lidera Ranking de Músicas Mais Irritantes de 2025; Estudo Revela Fatores

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Músicas que grudam e irritam: O que diz o estudo?

Você já se pegou cantarolando uma música que, ao mesmo tempo, te tira do sério? Um estudo divulgado pela Seat Pick buscou desvendar os motivos por trás desse fenômeno, analisando tecnicamente as faixas mais populares de 2025. A pesquisa, que submeteu 50 canções a um “índice de irritação”, considerou quatro fatores principais: repetição, estridência sonora, monotonia harmônica e o uso excessivo de elementos líricos de preenchimento, como interjeições repetitivas.

Sabrina Carpenter no topo da lista (e do debate)

Surpreendentemente, dois sucessos de Sabrina Carpenter, “Sugar Talking” e “Tears”, lideraram o ranking de músicas mais irritantes, ambos com uma pontuação de 4,6 em uma escala de 10. Segundo o estudo, 46% dos ouvintes avaliados consideraram as faixas irritantes. Apesar da posição no ranking, a Seat Pick ressaltou o ano de forte desempenho comercial da artista, com altos números de streaming, presença massiva nas redes sociais e prêmios importantes como Melhor Performance Pop Solo no Grammy Awards.

Outros nomes no ranking e o extremo oposto

A lista de músicas consideradas irritantes também inclui “The Dead Dance” de Lady Gaga (4,58), “Who” de Jimin (4,55), “Beautiful People” de David Guetta e Sia (4,52) e “Make Believe” de Luke Dean (4,51). Ed Sheeran também aparece com “Azizam”. No extremo oposto, “Memoria” de Rosalía foi eleita a música menos irritante do ano, com 3,07 pontos, seguida por “La Perla” (Rosalía, 3,19), “Depressed” (Anne-Marie, 3,26) e “Gimme a Hug” (Drake, 3,35).

TikTok e casos específicos

O recorte da análise focado no TikTok apresentou um ranking próprio, com “Dame Un Gurr” de Fantomel e Kate Linn (4,57) no topo. “She Twerkin” de Ca$h Out (4,41), “Ace Up” de BubaJuice (4,40) e “Illegal” de PinkPantheress (4,40) também figuram entre as mais citadas na plataforma. Um caso particular foi “Hold My Hand” de Jess Glynne, que, apesar de inspiradora, apresentou 42,1% de probabilidade de ser considerada irritante devido à repetição e exposição excessiva após ser usada em um comercial.

Subjetividade do gosto musical

Apesar da metodologia técnica, a Seat Pick ressalta que o gosto musical é inerentemente subjetivo. O “índice de irritação” busca identificar padrões técnicos que podem levar ao incômodo, mas não decreta verdades absolutas sobre o que agrada ou desagrada os ouvintes.

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