Cabelo como declaração de identidade
Longe de ser apenas um detalhe estético, o cabelo se consolidou em 2025 como um poderoso instrumento de expressão e reinvenção para celebridades. Em um ano marcado por ousadia e simbolismo, astros e estrelas transformaram seus fios em verdadeiras declarações, seja através de cortes radicais, novas colorações ou o uso estratégico de perucas de alta tecnologia. Essas mudanças não apenas ditaram tendências, mas também provocaram debates sobre identidade, carreira e a própria imagem pública.
Transformações icônicas e seus significados
Emma Stone surpreendeu ao raspar a cabeça para um papel, transformando o processo de crescimento dos fios em uma aula de elegância no tapete vermelho. Rihanna, em meio a seus múltiplos projetos, alternou entre ondas longas e um pixie cut afiado, reafirmando sua estética sem concessões. A modelo Anok Yai elevou a transformação a um patamar simbólico ao ter seus cabelos raspados por Anthony Vaccarello antes de um desfile da Saint Laurent, marcando uma nova e poderosa fase em sua carreira.
Cortes que redefiniram o ano
Kim Kardashian apostou em um pixie leve e desfiado, um corte efêmero que reacendeu discussões sobre legado estético e percepção pública. Zoë Kravitz optou por um micro bob retrô, preciso e carregado de personalidade, enquanto Hailey Bieber consolidou o corte reto como o queridinho do universo cool-girl. No Brasil, Marina Ruy Barbosa protagonizou uma virada simbólica ao abandonar seu icônico ruivo por um loiro platinado, um movimento calculado para romper com sua imagem anterior e abraçar uma narrativa de maior liberdade e sofisticação. Recentemente, ela retornou ao ruivo para viver Suzane Von Richthofen em “Tremembé”, mostrando a versatilidade do cabelo como ferramenta de imersão em personagens.
O corte que encerrou uma era
Talvez nenhuma mudança tenha gerado tanto impacto coletivo quanto a de Timothée Chalamet. O astro abriu mão de seus cachos característicos para adotar um buzzcut minimalista. O corte não apenas redefiniu sua aparência, mas foi amplamente interpretado como um marco simbólico para o fim de uma era estética, abrindo caminho para novas tendências e discursos visuais no universo das celebridades.

