Delta Force: A Tropa De Elite Americana Que Capturou Maduro Na Venezuela

Delta Force: A Tropa de Elite Americana Que Capturou Maduro na Venezuela

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O que é a Delta Force?

A Delta Force, oficialmente conhecida como 1º Destacamento Operacional de Forças Especiais do Exército dos EUA – Delta (1SFOD-D), é a principal unidade de missões especiais do Exército americano. Essa tropa de elite é especializada em contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e reconhecimento especial, frequentemente atuando contra alvos de grande valor estratégico para o governo dos Estados Unidos. A unidade, cujas atividades são classificadas, foi criada em novembro de 1977 pelo Coronel Charles Beckwith, como uma resposta direta ao aumento do terrorismo internacional na década de 1970.

Primeira Missão e Criação do JSOC

A primeira operação significativa da Delta Force foi a Operação Eagle Claw em 1980, com o objetivo de resgatar reféns americanos no Irã. Apesar do fracasso inicial, a experiência levou à criação do Comando Conjunto de Operações Especiais (JSOC), que atualmente supervisiona as atividades da Delta Force. A unidade ganhou notoriedade internacional ao ser creditada pela missão de 2019 que resultou na morte do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.

Ataques na Venezuela e Captura de Maduro

Na madrugada deste sábado, os Estados Unidos lançaram uma série de ataques aéreos na Venezuela, que, segundo o presidente Donald Trump, resultaram na captura e retirada do país do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. As primeiras explosões foram ouvidas em Caracas pouco antes das 2h locais, atingindo alvos como o Forte Tiuna, o maior complexo militar venezuelano, e áreas próximas ao aeroporto de La Carlota. Explosões adicionais foram registradas em outras regiões do país, incluindo La Guaira, Maracay e Higuerote.

Reações Internacionais e Vítimas

O ministro da Defesa venezuelano acusou os EUA de atacar áreas residenciais civis, enquanto a vice-presidente do país confirmou mortes entre autoridades, militares e civis, embora números exatos ainda não tenham sido divulgados. A Rússia condenou a ação como um “ato de agressão armada”, e o Irã a classificou como uma “flagrante violação da soberania nacional”. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, chamou o evento de “afronta gravíssima à soberania da Venezuela”. A União Europeia pediu moderação, enquanto a Espanha se ofereceu como mediadora. A Venezuela solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

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