Diretor Geral Da Pf Garante Acesso A Provas Em Caso Banco Master E Minimiza Tensões Com Stf

Diretor-geral da PF garante acesso a provas em caso Banco Master e minimiza tensões com STF

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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, assegurou nesta segunda-feira (data) que os peritos da corporação já tiveram acesso às provas coletadas na segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades no Banco Master e na emissão de títulos de crédito. A declaração surge em meio a restrições de acesso impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), onde o caso tramita sob relatoria do ministro Dias Toffoli.

Perícia em andamento e sem prejuízos, diz PF

“Nossos peritos já tiveram acesso. A instrução segue regular, não há nenhum prejuízo. O material já está sendo extraído”, afirmou Rodrigues em entrevista à imprensa. A decisão do ministro Toffoli, que determinou o “lacramento” e “acautelamento” do material probatório nas dependências do STF, havia gerado preocupações sobre a possível perda de provas relevantes para a investigação, especialmente após a operação ter mirado o dono do banco, Daniel Vorcaro, e seus familiares.

Toffoli define peritos e acompanha apuração

O ministro Dias Toffoli havia especificado os quatro peritos da PF autorizados a acessar as provas, sob acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR). Apesar de Rodrigues ter defendido a autonomia da PF, ele evitou comentar diretamente as decisões do ministro, incluindo determinações para acareações antes da coleta de depoimentos, limitando-se a dizer que não comentaria “detalhes operacionais de investigações que ainda estão em andamento”.

PF responde formalmente sobre atuações

Questionado sobre críticas anteriores de Toffoli à atuação da PF, nas quais o ministro atribuiu “eventual frustração” no cumprimento de medidas à “inércia exclusiva da Polícia Federal”, Andrei Rodrigues declarou que já respondeu formalmente nos autos do processo. “Não vou comentar o processo que esteja sob sigilo. Eu formalmente apresentei os argumentos que tivemos ali para a atuação nesse processo, esse é um dado público”, disse o diretor-geral.

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