Mulher é julgada por idade ao escolher roupa
Ivy Mena, reconhecida pela Playboy como a criadora de conteúdo 60+ mais bonita do mundo, usou suas redes sociais para denunciar o etarismo que enfrentou após postar fotos com um vestido de Natal. Segundo a influenciadora, os comentários recebidos não se referiam à peça em si, mas sim a uma tentativa de ditar o que mulheres de sua idade deveriam ou não vestir.
“Não era sobre o vestido, era sobre o que posso ou não usar”
A influenciadora explicou que a crítica expôs uma visão limitada sobre o comportamento permitido para mulheres mais velhas. “Não era sobre o vestido. Era sobre dizer o que uma mulher da minha idade pode ou não pode usar”, afirmou Ivy, ressaltando que a situação reflete o etarismo, onde a idade é usada como pretexto para impor restrições.
Autenticidade e conforto acima do julgamento
Ivy Mena enfatizou que sua escolha de vestuário é pautada pelo conforto e pela autenticidade, refletindo seu estilo pessoal. “Eu não me visto para cumprir um papel social. Eu me visto para mim”, declarou, defendendo a liberdade individual de expressão através da moda.
Cobrança desigual e desabafo contra estereótipos
A influenciadora revelou que muitas mulheres compartilham com ela o receio de serem julgadas por suas escolhas de roupa. Ela criticou a cobrança desigual, apontando que “quando um homem mais velho se veste de forma jovem, chamam de charme. Quando é uma mulher, vira inadequação”. Ivy concluiu com um forte posicionamento: “Se a idade serve para me limitar, então o problema não é o vestido, é a mentalidade de quem acha que mulher tem data para desaparecer”.

