Marido De Brigitte Bardot Revela: Câncer Agressivo E Dores Intensas Marcaram Os Últimos Dias Da Ícone Francesa

Marido de Brigitte Bardot Revela: Câncer Agressivo e Dores Intensas Marcaram os Últimos Dias da Ícone Francesa

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A Despedida em Saint-Tropez

A Riviera Francesa amanheceu em luto nesta quarta-feira (7) com o funeral de Brigitte Bardot, a icônica atriz que marcou gerações e se tornou um dos rostos mais reconhecidos da cultura francesa do século 20. Após se afastar do cinema, Bardot viveu por mais de cinco décadas em sua amada casa, La Madrague, em Saint-Tropez, onde permaneceu até seus últimos dias.

A Luta Contra o Câncer

Brigitte Bardot faleceu aos 91 anos no dia 28 de dezembro, em sua residência. A causa de sua morte, confirmada por seu marido, Bernard d’Ormale, à revista Paris Match, foi um câncer agressivo. D’Ormale revelou que a atriz passou por duas cirurgias para tratar a doença, embora o tipo específico de tumor não tenha sido divulgado. “Ela resistiu muito bem a duas cirurgias para tratar o câncer que, no fim das contas, tirou a vida dela”, declarou o marido, que esteve ao lado da esposa durante todo o processo.

Últimos Meses Marcados por Dores e Dedicação Animal

Nos meses que antecederam sua morte, Bardot enfrentou dores nas costas que se intensificaram progressivamente. “E lá, foi mais complicado, principalmente por causa de uma dor nas costas persistente, que a fazia sofrer e a deixava exausta”, contou Bernard d’Ormale. Apesar do desconforto, mesmo acamada, a atriz manteve-se consciente e demonstrando preocupação com o destino dos animais, causa que abraçou fervorosamente após abandonar a carreira artística.

Um Legado de Amor e Controvérsias

Casado com Bardot desde 1992, Bernard d’Ormale descreveu os últimos momentos da atriz, relatando o carinhoso apelido que trocavam e a serenidade que tomou conta de seu rosto após o falecimento. A Fundação Brigitte Bardot confirmou a morte de sua fundadora e presidente, destacando sua transição de estrela de cinema para dedicada protetora dos animais. A cerimônia de despedida ocorreu de forma reservada na Igreja Notre-Dame-de-l’Assomption, em Saint-Tropez, seguida de um sepultamento em estrita privacidade. A carreira de Bardot, iniciada como modelo e impulsionada por filmes como “E Deus Criou a Mulher”, foi marcada também por controvérsias e declarações polêmicas, mas seu legado como símbolo sexual e ativista incansável pela causa animal permanece vivo.

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