Príncipe Reza Pahlavi Convoca Novos Protestos No Irã Após Corte De Internet E Apela A Líderes Ocidentais Por Apoio

Príncipe Reza Pahlavi convoca novos protestos no Irã após corte de internet e apela a líderes ocidentais por apoio

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Chamado à Ação em Meio à Repressão

O príncipe herdeiro exilado do Irã, Reza Pahlavi, conclamou os manifestantes a retornarem às ruas nesta sexta-feira (9), após a décima segunda noite de protestos na quinta-feira (8). As manifestações ganharam força após as autoridades cortarem a internet e as linhas telefônicas no país. Em uma publicação na rede social X, Pahlavi incentivou os iranianos a se juntarem aos seus compatriotas para reduzir a “capacidade do regime de reprimir”.

Raízes dos Protestos e Crescente Indignação

Os protestos, que começaram no final de dezembro, foram inicialmente motivados pela crescente inflação e pela vertiginosa queda da moeda iraniana. No entanto, a insatisfação com a crise econômica e a repressão policial se espalharam por todo o país, alimentando uma onda de descontentamento geral.

Apoio nas Ruas e Apelo a Líderes Mundiais

Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã e residente nos Estados Unidos, é uma figura proeminente na oposição iraniana. Embora a extensão de seu apoio interno seja incerta, alguns manifestantes pareceram atender ao seu chamado. Um vídeo analisado pela CNN registrou o slogan: “Esta é a última batalha, Pahlavi retornará”. Em outra publicação, Pahlavi agradeceu ao presidente dos EUA, Donald Trump, por reiterar sua promessa de responsabilizar o regime iraniano e pediu que outros líderes, incluindo os europeus, sigam o exemplo, rompendo o silêncio e agindo com mais firmeza em apoio ao povo iraniano.

Ameaças e a Necessidade de Ação Internacional

O príncipe exilado fez referência à ameaça de Trump de atacar o Irã caso as forças de segurança matassem manifestantes. Pahlavi acredita que é crucial que outros líderes internacionais demonstrem apoio concreto, quebrando o silêncio que, segundo ele, tem caracterizado a resposta de muitos diante da crise e da repressão no Irã.

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