Mato Grosso Destaque Nacional em Empregabilidade
O estado de Mato Grosso emergiu como líder nacional em empregabilidade no ano de 2025, apresentando a menor taxa de desemprego do país, fixada em 2,2%. Este resultado expressivo, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral, coloca o estado em posição de destaque em um cenário de mercado de trabalho dinâmico.
Desigualdades Regionais Persistem Apesar da Queda Geral
Em contrapartida, o Piauí registrou a maior taxa de desocupação, atingindo 9,3%. A pesquisa, que detalha dados de desemprego por estado, gênero, raça e idade, também apontou Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%) entre os estados com menor índice de desocupados. Por outro lado, Pernambuco e Bahia apresentaram as maiores taxas, com 8,7% cada, embora ambos tenham alcançado seus menores índices históricos.
Análise Especializada: Crescimento com Desafios Estruturais
William Kratochwill, analista responsável pela pesquisa, atribui a mínima histórica de 2025 ao “dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”. No entanto, ele ressalta que a queda na desocupação não elimina “problemas estruturais”, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, que ainda enfrentam altos índices de informalidade e subutilização da força de trabalho, indicando ocupações de menor produtividade.
Ranking Completo do Desemprego por Estado em 2025
A pesquisa do IBGE detalha a situação em todo o território nacional:
- Mato Grosso – 2,2%
- Santa Catarina – 2,3%
- Mato Grosso do Sul – 3,0%
- Espírito Santo – 3,3%
- Rondônia – 3,3%
- Paraná – 3,6%
- Rio Grande do Sul – 4,0%
- Goiás – 4,6%
- Minas Gerais – 4,6%
- Tocantins – 4,7%
- São Paulo – 5,0%
- Roraima – 5,1%
- Brasil – 5,6%
- Paraíba – 6,0%
- Ceará – 6,5%
- Acre – 6,6%
- Maranhão – 6,8%
- Pará – 6,8%
- Distrito Federal – 7,5%
- Rio de Janeiro – 7,6%
- Sergipe – 7,9%
- Amapá – 7,9%
- Rio Grande do Norte – 8,1%
- Alagoas – 8,3%
- Amazonas – 8,4%
- Bahia – 8,7%
- Pernambuco – 8,7%
- Piauí – 9,3%

