Descontentamento interno na Tricolor da Baixada
Um grupo significativo de ritmistas da Acadêmicos do Grande Rio articula internamente um pedido formal para que a diretoria da escola repense a permanência de Virginia como rainha de bateria para o próximo Carnaval. A insatisfação ganhou força após as vaias recebidas pela influenciadora durante o desfile da escola na Marquês de Sapucaí e as notas baixas que comprometeram as chances de a Grande Rio retornar ao Desfile das Campeãs.
Ação independente dos ritmistas
A iniciativa partiu dos próprios componentes da bateria, que se sentiram desamparados pela ausência de uma posição do mestre Fafá diante do ocorrido. Segundo relatos, o mestre estaria evitando se envolver diretamente na questão para não gerar desgastes com a diretoria da escola. A direção, por sua vez, teria uma relação próxima com a influenciadora, que teria contribuído com patrocínios expressivos para a agremiação.
O futuro da rainha de bateria em jogo
A polêmica em torno de Virginia, que apesar de ser uma figura de grande apelo midiático, parece não ter correspondido às expectativas em termos de desempenho na avenida e aceitação pelo público, levanta questionamentos sobre a escolha de seus representantes para o posto de rainha de bateria. A pressão dos ritmistas pode influenciar a decisão da escola sobre a renovação do contrato para o próximo ciclo carnavalesco.
Impacto no resultado da Grande Rio
O descontentamento dos ritmistas e as vaias direcionadas à rainha de bateria podem ter sido um reflexo do desempenho geral da escola, que ficou aquém das expectativas. A busca por um título e a permanência entre as melhores do Carnaval são prioridades para a Grande Rio, e a performance de seus integrantes e representantes é fundamental para alcançar esses objetivos.

