Fábio Porchat Revela Que Pior ‘hate’ Da Vida Real Foi De Senhora Em Aeroporto E Compara Com ódio Online

Fábio Porchat revela que pior ‘hate’ da vida real foi de senhora em aeroporto e compara com ódio online

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O contraste entre o virtual e o real

Fábio Porchat, aos 42 anos, compartilhou em entrevista ao programa ‘Na Palma da Mari Verão’ que a experiência mais desagradável de ódio que já vivenciou não ocorreu nas redes sociais, mas sim em um encontro casual no aeroporto Santos Dumont. O humorista contrastou a agressividade online com a receptividade do público em situações reais.

O incidente no aeroporto

Segundo Porchat, a única vez em que se sentiu alvo de um “hate” significativo foi quando uma senhora, ao passar por ele enquanto esperava um táxi, comentou de forma depreciativa sobre um vídeo do Porta dos Fundos. “Aquele vídeo do Porta dos Fundos, ai hein…”, disse a senhora, sem sequer parar para confrontá-lo. Para o comediante, essa foi a manifestação mais intensa de “ódio” que recebeu pessoalmente, ressaltando a sutileza e o impacto inesperado da crítica.

Interações respeitosas fora das telas

O artista explicou que, em geral, as interações com o público na vida real são positivas e respeitosas. As pessoas costumam pedir fotos e expressar opiniões sobre seu trabalho, sejam elogios ou críticas construtivas. “Elas falam: ‘Ah, não gostei, aquela entrevista achei chata’. Elas falam respeitosamente”, relatou, exemplificando com situações após apresentações de suas peças, onde o público comenta sobre a quantidade de pessoas que ficam para fotos, de maneira informal e sem hostilidade.

A natureza contagiante do ódio na internet

Em contrapartida, Porchat analisou a dinâmica do ódio no ambiente virtual. Ele citou a opinião de um psicólogo para explicar como o ódio tende a se espalhar e contagiar mais facilmente do que o amor. “Na internet tem a coisa do ódio contagiar. Se alguém vê falando, vai querer mais”, observou. Ele destacou que, enquanto o amor pode ser mais individual e possessivo, o ódio busca engajar um grupo maior, unindo pessoas em torno de um sentimento negativo contra um alvo específico. “O amor é muito egoísta. […] Agora, se eu te odeio, eu quero que todos aqui te odeiem”, concluiu, enfatizando a diferença fundamental entre as duas emoções no contexto das interações sociais.

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