Decisão Soberana e Irreversível
O Presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou categoricamente que a decisão de proibir as atividades militares e de segurança do Hezbollah é soberana e definitiva. A declaração reforça a posição anunciada pelo governo libanês na segunda-feira (2), que classificou as ações do grupo como ilegais e exigiu a entrega de suas armas.
Foco no Rio Litani e Responsabilidade Militar
Em relação aos recentes lançamentos de foguetes contra Israel, Aoun esclareceu que a origem do ataque ocorreu fora da área ao sul do rio Litani. Nesta região, o Exército libanês encontra-se posicionado, indicando uma tentativa de demarcar responsabilidades e reforçar o controle territorial e militar do Estado.
Mudança Drástica na Política Estatal
O anúncio representa uma guinada significativa na política do Líbano, considerando que a presença do Hezbollah como força militar é uma realidade há mais de quatro décadas. A proibição e a exigência de desarmamento colocam o governo em rota de colisão potencial com a poderosa milícia, que possui armamento pesado.
Ordem para o Exército e Confisco de Armas
O governo libanês também emitiu uma ordem clara para que o Exército impeça novos ataques contra Israel e inicie o processo de confisco das armas do Hezbollah. Essa medida, embora arriscada, sinaliza a determinação do Estado em exercer sua autoridade e controlar as ações de grupos armados em seu território.

