Ações Da Prio Despencam 7% Com Petróleo Em Queda Livre Após Irã Liberar Estreito De Ormuz

Ações da Prio despencam 7% com petróleo em queda livre após Irã liberar Estreito de Ormuz

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Mercado reage à liberação do Estreito de Ormuz

As ações de empresas petrolíferas brasileiras listadas na bolsa de valores sofreram uma queda expressiva nesta sexta-feira (17). A Prio, em particular, viu seus papéis tombarem 6,80%, acompanhando o movimento global de baixa nos preços do petróleo. Outras gigantes do setor, como Brava Energia e PetroReconcavo, também registraram perdas significativas, caindo 4,27% e 2,65%, respectivamente. A Petrobras não ficou imune, com suas ações ordinárias e preferenciais operando em baixa de 5,68% e 5,41%.

Petróleo em queda livre

A desvalorização das ações das petroleiras está diretamente ligada à forte queda nos preços do petróleo no mercado internacional. Os contratos futuros do Brent e do WTI registraram recuos superiores a 10% nesta manhã. Essa reviravolta no mercado de energia foi desencadeada por notícias vindas do Oriente Médio.

Irã anuncia liberação de passagem estratégica

O ministro das Relações Exteriores do Irã comunicou oficialmente a liberação total da passagem de embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz durante o período de cessar-fogo. Essa decisão surge após o anúncio de trégua no Líbano, que entrou em vigor na quinta-feira (16). O Estreito de Ormuz é uma artéria vital para o comércio global, por onde transita quase um quinto do petróleo e gás consumidos no mundo, tornando qualquer notícia sobre sua segurança um fator de grande impacto nos mercados.

Contexto de negociações de paz

A liberação do estreito ocorre em um contexto de esforços diplomáticos para a paz na região. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a trégua e convidou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, para negociações na Casa Branca. Essa seria a primeira conversa direta entre líderes dos dois países em décadas, sinalizando uma potencial diminuição nas tensões geopolíticas que, historicamente, elevam os preços do petróleo.

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