Cão Comunitário é Brutalmente Agredido Duas Vezes Em Três Dias Em Caxias Do Sul (rs)

Cão Comunitário é Brutalmente Agredido Duas Vezes em Três Dias em Caxias do Sul (RS)

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Caxias do Sul (RS) –

Um cão comunitário conhecido como Spike, que vive em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, encontra-se internado em estado estável após ter sido vítima de duas agressões brutais em um intervalo de apenas três dias. Os ataques, que ocorreram entre 1º e 4 de abril, chocaram a comunidade local e levantaram preocupações sobre maus-tratos a animais.

Primeira Agressão: Violência com Madeira e Pregos

A primeira agressão registrada aconteceu na noite de 1º de abril. Segundo relatos de vizinhos e imagens captadas por câmeras de segurança, um homem teria atacado Spike com um pedaço de madeira com pregos. O incidente ocorreu em uma rua do Bairro Rio Branco, onde o cão, já idoso e castrado pela prefeitura, é conhecido e querido por todos. As imagens mostram o suspeito se aproximando do animal com o objeto pontiagudo. Uma vizinha relatou ter presenciado o mesmo homem agindo de forma violenta contra Spike em ocasiões anteriores.

Segunda Agressão: Pedras e Queda de Barranco

Apesar da gravidade do primeiro ataque, Spike foi alvo de uma nova agressão apenas três dias depois, em 4 de abril. Desta vez, três adolescentes são suspeitos de terem atirado pedras contra o cão, chegando a derrubá-lo de um barranco. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) foi acionada no sábado (4) para o resgate do animal, que foi imediatamente levado ao Hospital Veterinário da Universidade de Caxias do Sul (UCS).

Investigação e Estado de Saúde do Animal

Até o momento, nenhum dos agressores foi identificado pelas autoridades. A Semmas, por meio de sua coordenadora de Resgate e Maus-tratos, Valeska Delfini, ressaltou que Spike é um animal muito amado pela comunidade onde vive e que o agressor da primeira ocorrência não reside na vizinhança. O cão idoso segue internado, com seu quadro de saúde considerado estável. A Polícia Civil foi contatada pela reportagem para saber sobre o andamento das investigações, mas ainda não retornou o contato.

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