Defesa De Bolsonaro Pede A Moraes Autorização Para Que Irmão De Michele O Acompanhe Na Prisão Domiciliar

Defesa de Bolsonaro pede a Moraes autorização para que irmão de Michele o acompanhe na prisão domiciliar

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Irmão de criação de Michelle Bolsonaro pode se tornar acompanhante fixo

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido junto ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando permissão para que Carlos Eduardo Antunes Torres, irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, possa frequentar livremente a residência do ex-mandatário em Brasília. Segundo os advogados, Torres atuará como um acompanhante de Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar, especialmente em momentos de ausência de Michelle.

Saúde delicada e compromissos familiares justificam o pedido

O pedido da defesa enfatiza a condição de saúde de Bolsonaro, marcada por múltiplas comorbidades e o risco de mal súbitos. Além disso, os advogados argumentam que Michelle Bolsonaro possui compromissos que exigem sua presença fora de casa, e que as filhas do ex-presidente, que também residem no local, têm suas rotinas escolares e profissionais. Nesse contexto, a presença de Carlos Eduardo seria fundamental para o suporte necessário ao ex-presidente.

Histórico de apoio e flexibilidade solicitada

A defesa ressaltou que Carlos Eduardo Antunes Torres já prestou auxílio a Michelle Bolsonaro em outras ocasiões, quando o acompanhamento de Jair Bolsonaro se fez necessário. Caso a autorização seja concedida por Alexandre de Moraes, Torres poderá entrar e sair da residência de Bolsonaro a qualquer momento, sem a necessidade de prévia comunicação ou autorização do ministro do STF, garantindo assim maior flexibilidade para o suporte ao ex-presidente.

Prisão domiciliar concedida após internação hospitalar

Jair Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar no último dia 24, por decisão de Alexandre de Moraes, após ser condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. O pedido de prisão domiciliar foi reforçado pelos advogados após o ex-presidente ser internado devido a uma pneumonia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se favoravelmente à concessão, que foi determinada por um prazo inicial de 90 dias após a alta médica, visando a recuperação completa do quadro de broncopneumonia.

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