Reino Unido Rastreia Três Submarinos Russos Suspeitos De Operação Secreta Em Rotas De Cabos Submarinos

Reino Unido Rastreia Três Submarinos Russos Suspeitos de Operação Secreta em Rotas de Cabos Submarinos

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Atividade Misteriosa no Atlântico Norte

O Reino Unido monitorou de perto três submarinos russos por cerca de um mês, acusando-os de conduzir uma suposta “operação secreta” nas águas do Atlântico Norte. A ação ocorreu nas proximidades de cabos submarinos e gasodutos, infraestruturas críticas para a comunicação e o fornecimento de energia global. O anúncio foi feito pelo Secretário de Defesa britânico, John Healey, nesta quinta-feira.

Forças Armadas em Alerta Máximo

“Deslocamos nossas forças armadas para monitorar e impedir qualquer atividade maliciosa desses submarinos”, declarou Healey em uma coletiva de imprensa. Ele especificou que a operação, realizada em “águas britânicas e seus arredores”, contou com a participação de outros países aliados. A Marinha britânica identificou um submarino de ataque e dois submarinos espiões operando perto de rotas de cabos submarinos.

Operação Secreta Descoberta

O ministro enfatizou que as forças britânicas deixaram claro para os submarinos russos que estavam sendo observados e que seus movimentos não eram mais secretos. “Sua tentativa de operação secreta havia sido descoberta”, afirmou Healey. Ele também emitiu um aviso contundente: “Qualquer tentativa de danificar cabos submarinos não será tolerada e terá sérias consequências”.

Nenhuma Evidência de Danos

Apesar da vigilância intensa, o Secretário de Defesa informou que “não há evidências de que qualquer dano tenha ocorrido”. Os submarinos russos já deixaram a área monitorada. Healey destacou que, enquanto a atenção global estava voltada para o Oriente Médio, o Reino Unido, em colaboração com a Noruega e outros aliados, respondeu ao aumento da atividade russa no Atlântico Norte.

Relações Tensas com a Rússia

As relações entre o Reino Unido e a Rússia já eram marcadas por tensões antes do conflito na Ucrânia, e se agravaram significativamente com o início da ofensiva russa em fevereiro de 2022. Nos últimos anos, expulsões recíprocas de diplomatas se tornaram eventos frequentes entre os dois países, refletindo a deterioração das relações bilaterais.

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