Declaração Conjunta de Aliados Ocidentais Uma coalizão de mais de 20 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Austrália e diversas nações europeias, emitiu uma contundente nota conjunta condenando as que chamam de “conspirações letais e outras ações malignas” perpetradas por grupos apoiados pelo Irã. O documento, divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA, aponta diretamente para a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, sua Organização de Inteligência, Força Quds e o Ministério da Inteligência e Segurança como responsáveis por planos para assassinar dissidentes, jornalistas e judeus na Europa, América do Norte e Austrália. União Contra Ameaças e Violações Internacionais A declaração ressalta a união dos signatários em sua determinação de proteger seus países e populações contra tais ameaças, exigindo que a República Islâmica do Irã cesse essas ações imediatamente. O texto ainda enfatiza a “antiga” relação entre os serviços de segurança iranianos e grupos criminosos internacionais e locais, classificando o uso desses grupos como “deplorável”. As tentativas de matar, sequestrar, assediar, intimidar ou atacar indivíduos em território estrangeiro são vistas como uma violação da soberania nacional e das normas internacionais. Contexto de Tensões Regionais A nota conjunta surge em um momento de escalada nas tensões na região. Recentemente, a queda de um helicóptero de ataque americano perto do Estreito de Ormuz foi atribuída ao Irã pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que ordenou ataques de retaliação. Em publicações na sua rede social, Trump criticou o regime iraniano, afirmando que este perdeu a oportunidade de fechar um “ótimo” acordo e que as Forças Armadas do Irã estariam em “completo caos”. Países Signatários A declaração foi assinada pelos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Albânia, Austrália, Bélgica, Bulgária, Canadá, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Letônia, Lituânia, Países Baixos, Nova Zelândia, Macedônia do Norte, Noruega, Portugal e Suécia.