Pequenos Negócios Impulsionam Mercado de Trabalho Fluminense No primeiro trimestre de 2026, os pequenos negócios do Rio de Janeiro demonstraram sua força como principal motor de empregos formais. Responsáveis por 59% do total de vagas criadas, eles geraram mais de 12,9 mil postos de trabalho. O setor de Casa e Construção se destacou, com a criação de 3,7 mil oportunidades. Em seguida, aparecem os setores de Serviços Administrativos e Facilities (3,3 mil) e Educação (3 mil). Desempenho Anual Reforça Liderança Estadual Olhando para um período mais amplo, os últimos 12 meses revelam um cenário ainda mais expressivo: micro e pequenas empresas foram responsáveis pela criação de 83,5 mil novos empregos no Rio de Janeiro, o que representa 76% de todas as vagas formais. Esse resultado coloca o estado na segunda posição nacional em geração de empregos por meio de pequenos negócios, atrás apenas de São Paulo (213,6 mil vagas) e à frente de Minas Gerais (72,9 mil vagas). Empreendedorismo como Pilar da Economia Fluminense Antonio Alvarenga, diretor-superintendente do Sebrae Rio, ressalta a importância dos pequenos negócios em um contexto econômico desafiador. "Os pequenos negócios do Rio de Janeiro seguem firmes como motor da geração de empregos formais. Os dados reforçam a importância do empreendedorismo não só como vetor de geração de renda e inclusão produtiva, mas como base resiliente do mercado formal de trabalho do estado", avalia. Capital Lidera Criação de Vagas, Seguido por Leste e Região Serrana A capital fluminense lidera o ranking regional de geração de empregos entre os pequenos negócios, concentrando 30% do saldo total de vagas criadas no estado, o equivalente a 6,7 mil oportunidades. O Leste Fluminense aparece em segundo lugar, com 2,4 mil vagas, seguido pela Região Serrana, com 1,5 mil. Entre os municípios, além do Rio de Janeiro, Niterói se destaca com 1.012 novas vagas, e Macaé com 699.