Nova Investigação Aponta Morte Violenta A Matrix Editora lança neste mês o livro "O Código 12", escrito por Alex Solnik, que promete reescrever a história sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek. A obra apresenta evidências inéditas que apontam para o assassinato de JK pela ditadura militar em 1976, desmentindo a narrativa oficial de um trágico acidente de trânsito na Via Dutra. Laudo Inédito Desmistifica Acidente Solnik traz à tona um laudo inédito que expõe a farsa por trás da versão oficial divulgada em 1976. O livro reconstitui os últimos dias de Juscelino Kubitschek com base em fatos, documentos e testemunhos, lançando uma nova luz sobre um dos maiores mistérios políticos da história brasileira. A publicação coincide com recentes investigações que já apontavam inconsistências e contradições sobre a morte de JK. Comissão Reconhece Morte Violenta Recentemente, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos já havia reconhecido que o óbito de JK não pode ser tratado como um acidente comum. A comissão classificou a morte como violenta, ligada à perseguição política promovida pela ditadura militar. O livro aprofunda essa constatação, reunindo novas provas e análises. JK: Símbolo de Prestígio e Perseguição "Durante anos, o Brasil acreditou saber a verdade sobre a morte de Juscelino Kubitschek. Criador de Brasília, nome símbolo do desenvolvimento nacional e um dos políticos mais populares da história brasileira, JK permanecia como uma figura de enorme prestígio junto à população mesmo após anos de perseguição e sua cassação pela ditadura militar. Sua volta à cena política era vista por muitos como uma possibilidade real, e a versão oficial do que levou à sua morte era simples: um trágico acidente de trânsito na Via Dutra em 22 de agosto de 1976. Acidente?", questiona um trecho do livro, convidando o leitor a desvendar a verdade oculta.