Discord Reage a Críticas e Afirma Ação Preventiva O Discord negou ter sido omisso e declarou que um servidor privado, onde supostamente integrantes teriam incentivado a automutilação de uma adolescente de 13 anos, foi identificado e desativado antes do falecimento da jovem em 22 de junho. A declaração surge em meio a fortes críticas, incluindo a defesa do bloqueio da plataforma no Brasil pela primeira-dama Janja Lula da Silva e a cobrança de medidas por parte da Advocacia-Geral da União (AGU) para reforçar a proteção de crianças e adolescentes. Plataforma Garante Não Tolerância à Violência e Colaboração com Autoridades Em nota oficial, a empresa reiterou que não tolera grupos ou indivíduos que promovam ou incentivem a violência. O Discord afirmou ainda que tem colaborado ativamente com as autoridades na investigação do caso. A informação sobre a desativação do grupo foi inicialmente publicada pela Folha de S.Paulo e posteriormente confirmada por outros veículos de imprensa. Servidor Privado Acessível Apenas por Convite Segundo a plataforma, o servidor em questão era de acesso restrito, funcionando mediante convite e não sendo publicamente localizável por outros usuários. A empresa informou que, após investigação, o grupo foi desativado antes mesmo da morte da adolescente. O Discord destacou que possui equipes especializadas no combate a atividades violentas, com a função de identificar ameaças, remover conteúdos que violem suas políticas e fornecer informações às autoridades quando necessário. Histórico de Colaboração e Prisões A plataforma de comunicação também mencionou que denúncias originadas pela própria plataforma e respostas a solicitações de órgãos policiais já contribuíram para a prisão de indivíduos envolvidos com extremismo violento. O posicionamento visa reforçar o compromisso do Discord com a segurança e sua atuação proativa contra conteúdos e grupos prejudiciais em sua rede.