Operação sigilosa para garantir segurança presidencial O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realizou um voo militar secreto da Turquia no mês passado, utilizando um caminhão de catering para se transferir entre aeronaves. A operação, motivada por uma suposta ameaça de assassinato por parte do Irã, foi relatada pelo jornal americano The Washington Post e confirmada posteriormente pela CNN com autoridades. Desembarque inesperado e nova aeronave A Casa Branca havia informado que Trump retornaria da Turquia, onde participou de uma cúpula da OTAN, a bordo do Air Force One com destino ao Reino Unido. No entanto, momentos após embarcar, o presidente desembarcou secretamente, sendo transportado por um caminhão de catering até outra aeronave para prosseguir a viagem. O caminhão de catering, um veículo de apoio aeroportuário com um baú elevatório, é comumente usado para abastecer aviões com refeições e suprimentos. Dúvidas sobre segurança e escolha do avião A reportagem do New York Times corroborou os detalhes, citando autoridades americanas não identificadas. Trump havia viajado para a Turquia em um jato recém-reformado, doado pelo Catar, mas optou por usar um Air Force One mais antigo na volta. Ele declarou na rede social Truth Social que a escolha do avião mais antigo era por "nostalgia", enquanto o novo faria uma escala para visitação militar. Essa decisão gerou questionamentos sobre a segurança da aeronave mais nova, que teve suas atualizações rápidas e custos levantados em meio à escalada das tensões com o Irã, país vizinho à Turquia. Detalhes da transferência Após embarcar no antigo Air Force One em Ancara, diante das câmeras, Trump foi secretamente transferido por um caminhão de catering até um avião menor, um C-32A da Força Aérea, segundo o The Washington Post. Um oficial americano familiarizado com a operação e material corroborativo analisado pelo veículo confirmou os detalhes da manobra sigilosa.