Eua Interceptam Terceiro Petroleiro Com Sanções No Oceano Índico Após Rastreamento Desde O Caribe

EUA interceptam terceiro petroleiro com sanções no Oceano Índico após rastreamento desde o Caribe

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Operação Noturna no Oceano Índico

Forças militares dos Estados Unidos anunciaram na terça-feira (24) a apreensão de um petroleiro sancionado no Oceano Índico, marcando a terceira interceptação desse tipo na região. A operação, que ocorreu durante a noite, rastreou a embarcação desde suas atividades no Caribe. Segundo o Pentágono, o navio, identificado como Bertha, tentou violar sanções impostas pelos EUA, incluindo aquelas relacionadas ao Irã, e buscou escapar da interceptação.

Bertha: Uma Embarcação Sob Mira das Sanções

O petroleiro Bertha, que navega sob a bandeira das Ilhas Cook, está ligado à Shanghai Legendary Ship Management Company Limited. Ele foi alvo de sanções impostas em janeiro de 2020 pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA. Dados de rastreamento marítimo confirmaram a presença da embarcação no Oceano Índico, próximo às Maldivas, em 24 de fevereiro. A identidade do navio foi verificada através de suas características físicas e pintura, correspondendo a imagens de arquivo.

Intensificação do Bloqueio Naval

A apreensão do Bertha ocorre em um contexto de intensificação das ações americanas contra embarcações que operam sob sanções. O Pentágono declarou que, desde o Caribe até o Oceano Índico, o navio foi rastreado e interceptado. Essa ação faz parte de um esforço mais amplo para coibir o transporte de petróleo por países e entidades sujeitas a restrições. O Bertha havia deixado águas venezuelanas no início de janeiro, transportando cerca de 1,9 milhão de barris de petróleo com destino à China.

Terceira Captura na Região

O Pentágono destacou que esta é a terceira embarcação sancionada a ser capturada na região do Oceano Índico. Anteriormente, o petroleiro Suezmax Aquila II e o Veronica III foram abordados e apreendidos pelas forças americanas. Essas embarcações eram frequentemente associadas a uma “frota fantasma” de navios que ocultam suas origens para transportar petróleo de nações sob sanções, como Irã, Rússia e Venezuela. Desde dezembro, os EUA interceptaram um total de 10 petroleiros, liberando pelo menos dois de volta ao governo venezuelano.

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