Irmão De Michelle Bolsonaro Que Levava ‘quentinhas’ Para O Ex Presidente Na Pf Se Candidata A Deputado Pelo Pl

Irmão de Michelle Bolsonaro que levava ‘quentinhas’ para o ex-presidente na PF se candidata a deputado pelo PL

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Candidatura e Apoio a Bolsonaro

Carlos Eduardo Antunes Torres, irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, anunciou sua candidatura a deputado distrital pelo Partido Liberal (PL) nas próximas eleições. Torres ganhou notoriedade recentemente por ser o responsável por levar as marmitas, apelidadas de “quentinhas da Dona Michelle”, para Jair Bolsonaro enquanto ele esteve detido na Superintendência da Polícia Federal. Ele já concorreu ao mesmo cargo em 2018 e 2022, sem sucesso.

Em declarações ao UOL, Torres afirmou que está disposto a pausar sua campanha eleitoral caso Jair Bolsonaro necessite de seu apoio. “Se tiver que abrir mão da candidatura para dar atenção a ele, a gente vai fazer”, declarou. Ele também mencionou que, se convocado, subirá no palanque de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em sua disputa pela Presidência, apesar dos atritos entre o senador e o núcleo político liderado por Michelle.

Papel na Prisão Domiciliar

Atualmente, Carlos Eduardo Torres deixou de levar as refeições após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha. A defesa do ex-presidente solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permissão para que Torres possa frequentar livremente a residência de Bolsonaro em Brasília. O objetivo é que ele atue como acompanhante do ex-mandatário durante o período de prisão domiciliar, especialmente em momentos de ausência de Michelle Bolsonaro.

Justificativa para a Presença de Torres

No pedido encaminhado a Moraes, os advogados de Bolsonaro destacaram a delicada condição de saúde do ex-presidente, que possui múltiplas comorbidades e risco de mal súbitos. Argumentaram que Michelle Bolsonaro tem compromissos que demandam sua presença, e as filhas do ex-presidente, que também residem na casa, possuem rotinas escolares e profissionais que ocupam parte de seu tempo. “Não por outra razão, a Sra. Michelle já contou com a ajuda do Sr. Carlos Eduardo Antunes Torres, seu irmão de criação (filho da sua madrasta), em outros momentos em que o acompanhamento do seu esposo se fez necessário”, justificou a defesa.

Prisão Domiciliar e Condenação

Em 24 de maio, Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da defesa e concedeu prisão domiciliar a Jair Bolsonaro. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de reclusão por tentativa de golpe de Estado. A medida foi solicitada novamente após a internação de Bolsonaro devido a uma pneumonia, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão de Moraes autorizou a prisão domiciliar humanitária temporária por 90 dias, a partir da alta médica, visando a recuperação completa do quadro de broncopneumonia.

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