Captura em Caracas
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, foi capturado em sua residência oficial em Caracas na madrugada deste sábado por forças militares dos Estados Unidos. Segundo o presidente americano Donald Trump, Maduro foi surpreendido pela operação e tentou fugir para um “bunker”, mas foi rendido instantes antes de conseguir fechar a porta do refúgio.
Acompanhamento em Tempo Real
Trump relatou ter acompanhado a ação ao vivo de seu clube em Mar-a-Lago, na Flórida, classificando o evento como “espetacular”. “Ele estava tentando entrar num abrigo, num bunker, mas não conseguiu chegar ao destino porque os nossos caras foram muito rápidos”, declarou Trump em entrevista coletiva. O presidente americano acrescentou que, mesmo que Maduro tivesse conseguido se abrigar, a porta seria invadida rapidamente. “Não importa quão grosso seja o aço”, afirmou.
Detalhes da Operação Militar
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior, detalhou que a operação foi executada à noite para garantir o “elemento surpresa”. Mais de 150 aeronaves foram deslocadas, incluindo caças F-35 e F-22, bombardeiros B-1 e drones, partindo de 20 bases militares americanas. O objetivo era neutralizar o sistema de defesa antiaérea de Caracas e criar uma “rota segura” para a extração. Tropas da Delta Force, responsáveis pela captura, chegaram em helicópteros ao local às 2h da madrugada, horário local.
Resistência e Extração
Segundo Caine, as aeronaves americanas abriram fogo “com força esmagadora” ao serem confrontadas pelo Exército venezuelano. Um helicóptero foi atingido, mas conseguiu retornar à base. Maduro foi levado para o navio US Destroyer Iwo Jima duas horas e meia após a captura, de onde foi transladado para solo americano. Preparativos para a operação começaram em meados de dezembro, mas foram adiados devido ao clima. Trump descreveu a experiência de assistir à operação como “literalmente como se tivesse assistindo a um programa de televisão”, ressaltando que nenhum militar americano perdeu a vida.

