Trump Muda Discurso e Ameaça Nova Líder Venezuelana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmando que ela pagará um “preço muito alto” se não cooperar com os interesses americanos. A declaração surge em um contexto de forte tensão após a captura e transferência de Nicolás Maduro para os Estados Unidos.
Rodríguez Assume Liderança e Desafia EUA
Delcy Rodríguez foi reconhecida como presidente interina da Venezuela pelas forças armadas locais para um mandato de 90 dias. Sua posição se solidificou após declarações firmes em defesa dos recursos naturais do país e a rejeição a qualquer forma de colonização. “Nunca mais seremos uma colônia”, afirmou Rodríguez, em contraste com uma conversa inicial onde, segundo Trump, ela teria demonstrado disposição para colaborar com o governo americano.
Maduro Preso nos EUA em Menos de 24 Horas
Nicolás Maduro foi capturado em Caracas e levado para o Centro de Detenção Metropolitano em Nova York. Antes de ser recolhido na prisão, ele passou por um escritório da DEA (Agência Antidrogas americana) para registro criminal. Imagens de Maduro algemado e cabisbaixo ao desembarcar nos EUA circularam amplamente nas redes sociais. O processo, desde a captura até a chegada ao centro de detenção, durou menos de 24 horas.
Ameaças e Possíveis Incursões Americanas
A mudança de postura de Trump em relação a Rodríguez, que passou de elogios a ameaças diretas, indica uma possível escalada nas ações americanas contra a Venezuela. As intenções americanas parecem voltadas para o controle da exploração de petróleo e a definição do futuro político do país. Em um contexto mais amplo, Trump também mencionou a possibilidade de invasão da Groenlândia, alegando necessidade de defesa e preocupação com a presença de navios russos e chineses na região.
Militares Venezuelanos Exigem Retorno de Maduro
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, anunciou o reconhecimento de Delcy Rodríguez como presidente interina e acusou o exército americano pelo assassinato dos seguranças de Maduro. Ele apelou à população para que retome suas atividades normais e exigiu o retorno imediato de Nicolás Maduro e da primeira-dama, classificando a captura como um “ato de agressão contra o legítimo presidente da Venezuela”.

