Ritmo Acelerado e Distração ao Volante
A nova canção de Taylor Swift, “The Fate of Ophelia”, tem conquistado as paradas de sucesso, mas um estudo recente sugere que seu ritmo acelerado pode representar um perigo para quem dirige. Com 124 batidas por minuto (BPM), a música se enquadra na categoria de faixas que, segundo a pesquisa, tendem a estimular comportamentos de direção imprudentes.
A pesquisa, divulgada pelo jornal inglês The Sun e conduzida pela plataforma de comércio eletrônico de peças automotivas Ovoko, analisou o impacto de músicas com mais de 120 BPM na condução. Os resultados, publicados no Ergonomics Journal, indicam que faixas com essa característica aumentam a distração do motorista, levando a uma velocidade maior, pior tempo de reação e menor percepção de perigo.
O Estudo e Seus Participantes
O estudo envolveu 46 participantes, homens e mulheres em igual número, da cidade de Coventry. Eles foram submetidos a simulações de direção enquanto ouviam diferentes músicas da artista. Os voluntários apresentaram um padrão de direção mais arriscado quando expostos a canções acima de 120 BPM.
Fatores Agravantes: Letras e Graves
Os pesquisadores alertam que o risco aumenta quando as músicas combinam batidas rápidas com outros elementos. Graves intensos, estruturas rítmicas complexas e letras altamente evocativas são apontados como fatores que podem intensificar a distração. Kazimieras Urbonas, representante da Ovoko, destacou que as letras de Taylor Swift, frequentemente descritas como evocativas e complexas, podem ser particularmente prejudiciais para motoristas que já enfrentam dificuldades em manter o foco.
Outras Músicas sob Observação
Além de “The Fate of Ophelia”, o estudo identificou outras faixas do álbum “The Life of a Showgirl” como potencialmente “perigosas” ao volante. Entre elas estão “Actually Romantic” (170 BPM), “The Life of a Showgirl” (156 BPM) e “Opalite” (125 BPM), todas caracterizadas por ritmos elevados que podem comprometer a segurança na condução.

