Preocupação com o caso Master
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) manifestou, neste sábado (11), acompanhamento com “elevada preocupação” a forma como as investigações do caso Master estão sendo conduzidas. Em nota oficial, a entidade destacou um “cenário de caráter manifestamente atípico” que tem impactado diretamente as prerrogativas dos delegados, as quais, segundo a ADPF, “vêm sendo indevidamente mitigadas”.
Críticas direcionadas ao STF
Embora a nota da ADPF não cite nominalmente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, as críticas da associação são direcionadas à condução do inquérito que apura supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. A entidade demonstra insatisfação com a maneira como o ministro tem relatado o caso, interpretando como uma restrição às atribuições dos delegados federais.
Impacto institucional
A ADPF descreve a situação como algo que “causa perplexidade institucional”. A associação defende que a autonomia e as prerrogativas dos delegados são essenciais para a eficácia das investigações e para a garantia do Estado de Direito. A entidade busca assegurar que os procedimentos sigam os trâmites legais e respeitem as atribuições de cada órgão.
Próximos passos e posicionamento da ADPF
A associação afirma que continuará monitorando de perto o desenrolar do caso Master e o impacto das decisões na atuação da Polícia Federal. O objetivo é defender as prerrogativas de seus associados e garantir que as investigações sejam conduzidas de forma justa e imparcial, sem interferências que possam comprometer o resultado.

