Dira Paes Reflete Sobre Lígia Em ‘três Graças’: ‘momento Limítrofe’ De Mulher Resiliente

Dira Paes reflete sobre Lígia em ‘Três Graças’: ‘Momento limítrofe’ de mulher resiliente

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A Complexidade de Lígia em ‘Três Graças

Dira Paes dá vida a Lígia, uma mulher que representa a resiliência e a força feminina em ‘Três Graças’. Mãe de Gerluce (Sophie Charlotte) e avó de Joélly (Alana Cabral), Lígia construiu sua vida superando adversidades, como a gravidez na adolescência e a criação da filha sozinha. Sua jornada, marcada pelo cuidado com idosos, agora enfrenta um novo capítulo com uma grave doença pulmonar, forçando-a a se afastar do trabalho.

A Casa Como Refúgio e Espelho da Alma

A atriz compara a casa de Lígia ao coração da personagem, um espaço que simboliza o refúgio e o universo particular de sua existência. “A casa delas é tudo, o país delas”, reflete Dira Paes. Ela destaca a importância dos laços de apoio, sororidade e amizade como pilares essenciais para a sobrevivência em um ambiente de carências, ressaltando que “a vida sempre vale”.

O Dilema da Inutilidade e a Busca por Sentido

Lígia se encontra em um “momento limítrofe”, segundo Dira. A personagem, outrora tão potente quanto a filha, agora lida com o sentimento de ser inútil, um dilema que a atriz reconhece ser compartilhado por muitas pessoas. “Esse dilema é de muita gente. Espero trazer essas reflexões e essa existência de querer que as coisas deem certo”, afirma Paes.

A Potência da Resiliência e a Esperança

A personagem de Dira Paes em ‘Três Graças’ é um retrato da mulher que, apesar das adversidades e do impacto de uma doença, busca manter a esperança e a dignidade. A atriz anseia por cenas que expressem a profundidade e a potência de Lígia, transmitindo a mensagem de que, mesmo em fases difíceis, a luta pela vida e a busca por um sentido permanecem.

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