Rotina Na Papudinha: Caminhadas E Atendimentos Médicos Marcam Dias De Bolsonaro

Rotina na Papudinha: Caminhadas e Atendimentos Médicos Marcam Dias de Bolsonaro

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Visitas e Acompanhamento Médico Detalhado

Desde 15 de janeiro, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre sua pena de 27 anos e três meses no complexo da Papudinha, em Brasília. Um relatório da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) detalha a rotina do ex-mandatário, que tem sido marcada por atendimentos médicos frequentes, fisioterapia e caminhadas. Bolsonaro chegou ao local às 18h06 do dia 15 e, já naquela noite, recebeu a visita da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que durou pouco mais de uma hora. Nos dias subsequentes, os registros indicam uma média de três atendimentos médicos diários, chegando a cinco em 16 de janeiro, com consultas ocorrendo em diversos horários do dia. Esses atendimentos, segundo o documento, são majoritariamente avaliações clínicas de rotina, focadas no monitoramento de sinais vitais como pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio, além de acompanhamento preventivo. A defesa de Bolsonaro tem buscado a prisão domiciliar, alegando o estado de saúde do ex-presidente.

Atividade Física Limitada e Ausência de Leitura ou Trabalho

A prática de exercício físico de Bolsonaro tem se restringido a caminhadas. Em 16 de janeiro, por exemplo, ele realizou a atividade em dois períodos distintos. O relatório da PM-DF também aponta que o ex-presidente não leu nenhum livro nem realizou qualquer atividade de trabalho durante o período analisado. No sistema penal brasileiro, dias de trabalho podem ser utilizados para a remição da pena, diminuindo o tempo de condenação. A ausência dessas atividades impede que Bolsonaro se beneficie dessa medida legal.

Visitas Religiosas e Apoio de Aliados

Além das visitas familiares e de advogados, Bolsonaro recebeu, em duas ocasiões (dias 20 e 27 de janeiro), a visita do pastor Thiago Manzoni, que também é deputado distrital. Essas foram as únicas menções a assistência religiosa registradas no relatório. Enquanto isso, aliados do ex-presidente continuam a pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) por uma decisão favorável à prisão domiciliar, utilizando o estado de saúde de Bolsonaro como principal argumento.

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