Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 iniciaram uma investigação rigorosa sobre a fragilidade das medalhas concedidas a atletas. A decisão vem após múltiplos relatos de que os cordões das medalhas se romperam ou as peças se desintegraram logo após a cerimônia de premiação, gerando preocupação entre os competidores e o comitê organizador.
Medalhas Quebradas: Relatos de Atletas em Destaque
Entre os casos mais notórios estão os das atletas americanas Breezy Johnson e Alysa Liu. Johnson, medalhista de ouro no esqui em montanha, revelou em coletiva de imprensa que sua medalha “desmontou” em suas mãos. Alysa Liu, que conquistou o ouro na patinação em equipe, publicou um vídeo em suas redes sociais exibindo a medalha sem o cordão, evidenciando o problema.
A equipe alemã de biatlo, que garantiu a medalha de bronze, também vivenciou um incidente semelhante. Durante a celebração, a medalha de um dos integrantes caiu, reforçando as preocupações sobre a durabilidade dos prêmios.
Resposta dos Organizadores de Milão-Cortina 2026
Andrea Francisi, chefe de operações dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026, confirmou que a situação está sendo investigada. “Estamos completamente cientes da situação e estamos investigando exatamente qual é o problema”, declarou Francisi. Ele enfatizou a importância do momento da premiação para os atletas, garantindo que a máxima atenção será dada para assegurar a perfeição na entrega das medalhas.
Precedentes e a Importância da Qualidade
A questão da qualidade das medalhas não é inédita. Em fevereiro de 2025, 220 atletas já haviam solicitado a substituição de suas medalhas da Olimpíada de Paris 2024 devido a problemas de desgaste, o que indica um padrão preocupante na fabricação desses símbolos de vitória. Ainda não há confirmação se os atletas afetados pelos incidentes recentes receberão novas medalhas. A integridade de cada prêmio é fundamental, pois representa o ápice da dedicação e do esforço de um atleta.

