Afundamento surpresa na Avenida Presidente Vargas
Um trecho da Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, utilizado para a concentração e manobra de carros alegóricos das escolas de samba do Grupo Especial, cedeu na madrugada desta terça-feira. O local, conhecido como lado ímpar, abriga as alegorias e também um guindaste essencial para o suporte do Carvalhão. O incidente ocorreu antes do início da terceira noite de desfiles.
Medidas de segurança e realocação
Com o afundamento do piso, uma das árvores localizadas na área começou a tombar durante o desfile, o que levou à sua remoção imediata pela prefeitura por questões de segurança. Posteriormente, funcionários da Defesa Civil e do Centro de Operações, Infraestrutura e Conservação retiraram uma segunda árvore nas proximidades. Por precaução, a prefeitura decidiu transferir o guindaste do Carvalhão para o outro lado da pista, mais próximo da arquibancada do Setor 1.
Sem risco para os desfiles, aponta Defesa Civil
Em nota oficial, a Defesa Civil assegurou que não há perigo para as escolas de samba que se concentrarão no local nesta terceira noite de desfiles do Grupo Especial. O órgão informou ainda que não houve deslocamento do muro de contenção na área de concentração das escolas de samba na Avenida Presidente Vargas, minimizando os riscos estruturais.
Investigação em andamento
A Prefeitura do Rio de Janeiro informou que ainda não determinou a causa exata do afundamento do piso na Avenida Presidente Vargas. As equipes técnicas seguem investigando o que provocou o incidente, enquanto medidas preventivas foram tomadas para garantir a segurança durante os eventos de Carnaval.

