Fase 1: Negação e Ataque à Imprensa
Inicialmente, diante das primeiras denúncias que ligavam o filho de Lula a um suposto esquema de fraudes no INSS, a reação do governo e do próprio presidente foi marcada pela negação veemente e por ataques à imprensa que divulgava as informações. A estratégia consistia em descredibilizar as fontes e classificá-las como parte de uma campanha difamatória.
Fase 2: Silêncio e Distanciamento Estratégico
Com o avanço das investigações e o aumento da pressão pública e midiática, a postura de Lula e de seus aliados passou por uma mudança. O silêncio tornou-se uma ferramenta estratégica, buscando evitar declarações que pudessem ser usadas contra o presidente ou que agravassem a situação. Houve um claro distanciamento público do assunto, com o tema sendo evitado em coletivas de imprensa e discursos.
Fase 3: Preocupação Declarada e Defesa Indireta
Mais recentemente, a preocupação de Lula com o caso tornou-se mais evidente, especialmente com a possibilidade de seu filho ser formalmente investigado ou indiciado. Em declarações pontuais, o presidente demonstrou apreensão, mas manteve uma linha de defesa indireta, ressaltando a presunção de inocência e a necessidade de apuração rigorosa dos fatos, sem, contudo, admitir qualquer irregularidade.

