Eua Prometem Forçar Rendição Do Irã ‘quer Queira Ou Não’, Com Intensificação De Ataques

EUA prometem forçar rendição do Irã ‘quer queira ou não’, com intensificação de ataques

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Pentágono mira 3 mil alvos em escalada militar

O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que o governo americano tem como objetivo levar o Irã à rendição no conflito em andamento, independentemente de Teerã admitir publicamente a derrota. Em entrevista ao programa 60 Minutes, da CBS, Hegseth indicou que os ataques americanos devem se intensificar nas próximas fases da guerra. Segundo ele, as forças americanas já atingiram aproximadamente 3 mil alvos dentro do território iraniano desde o início da escalada do conflito.

Estratégia de “levar o inimigo aos joelhos”

A estratégia americana, conforme explicada por Hegseth, é enfraquecer gradualmente a capacidade militar iraniana até que o país não consiga mais sustentar o conflito. “Isto é guerra. Isto é conflito. É levar o inimigo aos joelhos”, afirmou o secretário. Ele acrescentou que a decisão de haver ou não uma cerimônia pública de rendição em Teerã depende do lado iraniano, mas que o desfecho de submissão ocorrerá “quer o Irã queira admitir ou não, quer o orgulho deles permita ou não dizer isso em voz alta”.

Irã reage com ceticismo à exigência de Trump

A declaração de Hegseth segue a exigência do presidente Donald Trump por uma “rendição incondicional” do Irã. No entanto, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, classificou a exigência americana como irrealista. “É um sonho que eles deveriam levar para o túmulo”, respondeu o líder iraniano, demonstrando ceticismo em relação às ambições dos Estados Unidos.

Escalada militar é “apenas o começo”, alerta Secretário

Apesar da retórica dura de ambos os lados, autoridades americanas sinalizam que as operações militares continuarão a se expandir. Hegseth enfatizou que o público ainda testemunhará uma escalada significativa nas ações. “O que quero que as pessoas entendam é que isto é apenas o começo”, declarou o Secretário de Defesa, sugerindo que as ações militares dos EUA contra o Irã estão longe de terminar e que o conflito pode se aprofundar.

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