Esposa De Alexandre Ramagem, Procuradora Rebeca Ramagem Precisa Justificar 45 Dias De Faltas Em Roraima Após Férias Nos Eua

Esposa de Alexandre Ramagem, procuradora Rebeca Ramagem precisa justificar 45 dias de faltas em Roraima após férias nos EUA

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Ausência prolongada em Roraima

A procuradora Rebeca Ramagem, esposa do deputado Alexandre Ramagem, encontra-se em uma situação delicada junto à Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR). Após viajar para os Estados Unidos em novembro de 2025, dois meses após a fuga do marido, a procuradora não tem exercido suas funções presencialmente. Em fevereiro deste ano, o governo de Roraima determinou o retorno ao trabalho presencial, mas Rebeca alegou perseguição política e afirmou atuar remotamente desde 2016, uma versão contestada pela PGE-RR.

Justificativa de 45 dias de ausência em debate

Atualmente, Rebeca Ramagem está em período regular de férias, que se estende até 8 de maio. No entanto, sua ausência entre 7 de janeiro e 20 de fevereiro de 2026 ainda depende de julgamento pelo Tribunal de Justiça de Roraima. Isso significa que a procuradora precisa justificar 45 dias de faltas. Para a viagem aos Estados Unidos, ela apresentou um atestado médico válido até 19 de fevereiro de 2026, mas o afastamento não foi formalmente reconhecido por não comparecer à perícia médica. Um pedido posterior para realização de perícia por telemedicina foi negado.

Regime de trabalho remoto é revogado

A PGE-RR afirma que Rebeca Ramagem não está autorizada a atuar remotamente desde 2020. Segundo o órgão, o regime de teletrabalho, concedido de forma precária, foi revogado a pedido da própria procuradora em agosto de 2020. Na ocasião, ela também solicitou remoção definitiva para a unidade da PGE em Brasília. Desde então, sua lotação é presencial.

Críticas e alegações de perseguição

Nas redes sociais, Rebeca Ramagem criticou a decisão de retorno presencial, classificando-a como uma medida “desproporcional e arbitrária” com o objetivo de prejudicá-la e romper a isonomia interna. Paralelamente, a procuradora também está com as contas bloqueadas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

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