Ídolo Do Botafogo Critica John Textor E Recuperação Judicial: ‘covardia Com Funcionários’

Ídolo do Botafogo critica John Textor e recuperação judicial: ‘Covardia com funcionários’

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Ex-zagueiro do Glorioso se manifesta nas redes sociais

Marcelo Gonçalves, ex-zagueiro e ídolo do Botafogo, campeão brasileiro em 1995, usou suas redes sociais para criticar a recente decisão da SAF do clube de entrar com pedido de recuperação judicial. O ex-jogador manifestou profunda insatisfação com a gestão de John Textor, apontando que a medida pode prejudicar ex-funcionários que aguardam há anos o recebimento de valores devidos.

Covardia’ com trabalhadores de longa data

Gonçalves descreveu a recuperação judicial como uma “covardia” direcionada aos funcionários que dedicaram anos, por vezes mais de uma década, ao clube, esperando para receber salários e outras verbas. Segundo ele, esses trabalhadores terão que abrir mão de até 70% do valor devido, o que representa um duro golpe para quem planejava o futuro com base nesses recebimentos. O ex-atleta ressaltou que muitos desses funcionários já enfrentaram dificuldades financeiras e recorreram à justiça para garantir seus direitos.

Experiência pessoal no Avaí

O ídolo botafoguense baseou sua crítica em sua própria experiência como diretor executivo do Avaí, entre 2015 e 2016, quando o clube catarinense também passou por um processo de recuperação judicial. Gonçalves relatou que demorou muitos anos para reaver o dinheiro que lhe era devido e, ao final, recebeu apenas 30% do montante original. Ele detalhou que, mesmo após a espera, terá que aguardar mais dois anos para iniciar o recebimento desses 30%, que serão parcelados em 10 vezes.

Impacto da recuperação judicial nos credores

Durante o processo de recuperação judicial, é comum que credores e a empresa em recuperação negociem novas formas de pagamento e, por vezes, renegociem os valores devidos. Tais acordos precisam ser aprovados pela Assembleia de Credores e homologados pela Justiça. A fala de Gonçalves sugere que, na prática, a redução de 70% pode ser uma consequência frequente para os credores, especialmente para aqueles com dívidas trabalhistas, que já se encontram em uma situação de espera e incerteza quanto ao recebimento integral.

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