Filha De Maradona Acusa Equipe Médica E Círculo íntimo De “plano Que Saiu Do Controle” Para Controlar O Pai

Filha de Maradona acusa equipe médica e círculo íntimo de “plano que saiu do controle” para controlar o pai

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Investigação sobre morte de Maradona avança com depoimento de Gianinna

Gianinna Maradona, filha do lendário jogador Diego Maradona, declarou em entrevista que existia um “plano” para controlar seu pai durante sua internação domiciliar, o qual, segundo ela, “saiu do controle”. A declaração surge em meio ao julgamento da equipe médica de Maradona, acusada de homicídio com dolo eventual, indicando que eles teriam agido com consciência da possibilidade de um resultado fatal.

Acusações contra círculo pessoal e equipe de saúde

Gianinna estendeu suas suspeitas para o representante de Maradona, Matías Morla, a contadora Vanesa Morla e assistentes particulares. Ela sugere que o objetivo era manter o controle sobre o ex-astro do futebol para gerenciar seus contratos e marcas. “Não consigo pensar nisso (…) e dizer ‘o plano: queriam matá-lo’, será que (o representante Matías) Morla queria ter a vida do meu pai nas mãos dele? Certamente. E ele fez”, afirmou Gianinna.

Negligência médica e motivações financeiras apontadas

A acusação principal concentra-se na equipe médica, liderada pelo neurocirurgião Leopoldo Luque e pela psiquiatra Agustina Cosachov, que podem enfrentar até 25 anos de prisão. Gianinna acredita que a escolha pela internação domiciliar, em vez de uma instituição psiquiátrica, foi motivada por interesses financeiros de Morla, que teria dificuldades se Maradona fosse internado em um hospital psiquiátrico. “Pensavam o tempo todo na parte econômica, sem pensar na saúde do meu pai, e por isso era (mantida) a internação domiciliar”, denunciou a filha.

Sinais de deterioração ignorados e áudios reveladores

Gianinna relatou ter percebido sinais claros de deterioração física em seu pai, como inchaço, que foram minimizados pela equipe médica. Ela classificou os áudios vazados dos profissionais de saúde como “repulsivos” e “assustadores”, pois revelariam que, enquanto ela expressava preocupação, a equipe planejava “se proteger legalmente”. O julgamento, que busca esclarecer as circunstâncias da morte de Maradona em novembro de 2020, enfrenta sua segunda tentativa após a anulação do primeiro processo.

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