Botafogo: Franclim Admite Saída De Barboza, Mas Conta Com Zagueiro Contra Racing Na Sul Americana

Botafogo: Franclim admite saída de Barboza, mas conta com zagueiro contra Racing na Sul-Americana

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Barboza fora do jogo contra o Remo e possível negociação

Alexander Barboza, zagueiro do Botafogo, não foi relacionado para a partida contra o Remo, que resultou em uma derrota por 2 a 1 para o alvinegro no Estádio Nilton Santos. O jogador está em negociações avançadas para uma possível transferência para o Palmeiras. O técnico do Botafogo, Franclim Carvalho, admitiu a chance de saída do defensor, mas demonstrou confiança em sua participação no próximo compromisso da equipe.

Declarações do treinador sobre Barboza e o futuro

“O Barboza é um homem e tem que ser tratado como tal, olho no olho. Tivemos uma conversa com o Barboza ontem. Todos sabemos que há uma possibilidade (de sair). Hoje, treinou com os não relacionados. Depois de amanhã treinará normal e, na quarta-feira, conto com o Barboza, obviamente”, declarou Franclim Carvalho. O contrato de Barboza com o Botafogo se encerra no final do ano, e sua venda, avaliada em cerca de 4 milhões de dólares (R$ 20 milhões), é vista como uma solução para a diretoria alvinegra quitar salários pendentes.

Análise da derrota para o Remo e desempenho da equipe

Franclim Carvalho também comentou a primeira derrota sob seu comando, contra o Remo. Segundo o treinador, a equipe falhou em aproveitar as oportunidades criadas no primeiro tempo e perdeu o controle da partida na segunda etapa. “No primeiro tempo, poderíamos ter feito mais gols. Tivemos chances de fazer o 2 a 0. Mas não conseguimos controlar o jogo com a bola no segundo tempo. Não podemos não fazer nenhum chute ao gol do adversário”, analisou. Ele apontou a falta de concretização e as transições defensivas como pontos fracos, além do aspecto anímico que pode ter pesado após a queda de produção.

Proposta de jogo e decisões táticas

O técnico português reiterou a ideia de propor o jogo e controlar a posse de bola, mas reconheceu que isso pode expor a equipe a contra-ataques. “Sofremos dois gols de transições, mas é um processo coletivo com e sem a bola.” Franclim defendeu suas decisões táticas, como a substituição de Allan e a entrada de Tucu, explicando que as escolhas são baseadas nas características dos jogadores e nas necessidades do momento da partida, e não em preferências pessoais ou pressão externa. “Quem decide sou eu, sou eu quem trabalho com os jogadores”, afirmou.

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