Castro visto como “carta fora do baralho”
A cúpula do Partido Liberal (PL) no Rio de Janeiro considera o ex-governador Cláudio Castro uma opção inviável para a disputa ao Senado. A decisão final sobre a candidatura de Castro caberá a Flávio Bolsonaro (PL), líder da legenda no estado, e dependerá de desdobramentos futuros e de avaliações internas do partido. Castro enfrenta um cenário adverso, com uma decisão de inelegibilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e uma operação da Polícia Federal que resultou em busca e apreensão em sua residência.
Nomes alternativos ganham força
Diante da incerteza em torno de Cláudio Castro, o PL já articula nomes alternativos para compor a chapa majoritária. Carlos Jordy, Sóstene Cavalcante e Carlos Portinho são apontados como pré-candidatos com boas chances de viabilizar a disputa. A maioria dos membros do partido defende a indicação de um nome do próprio PL para uma das vagas ao Senado, visto que a outra vaga da coligação já está destinada ao ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União).
Delegado Felipe Curi surge como opção
Ainda que a preferência seja por nomes do PL, há quem defenda a candidatura do delegado Felipe Curi (PP) para o Senado. Curi é conhecido por sua atuação em operações policiais de grande repercussão no Rio de Janeiro, incluindo a operação mais letal da história do estado. Sua inclusão na disputa seria uma estratégia caso Cláudio Castro não possa, de fato, concorrer.

