O mundo do automobilismo está de luto com a confirmação da morte de Kyle Busch, piloto bicampeão da Nascar, aos 41 anos. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (21) pela própria Nascar, que em comunicado oficial nas redes sociais, lamentou a perda de um “talento raro” e um “futuro integrante do Hall da Fama”, destacando sua carreira de mais de duas décadas.
A morte de Busch ocorre após a Richard Childress Racing, sua equipe, ter anunciado mais cedo nesta quinta-feira que o piloto não disputaria a Charlotte 600, prova marcada para este domingo (24). A equipe informou que Busch havia sido hospitalizado com uma “doença severa”, sem fornecer detalhes adicionais sobre o quadro de saúde.
Em sua homenagem, a Nascar ressaltou a forte conexão de Busch com os fãs, fruto de seu “espírito competitivo” e “humor afiado”. Esses atributos o ajudaram a construir a leal “Rowdy Nation”, o grupo de torcedores que o acompanhou por toda a sua trajetória. “Era feroz, apaixonado, extremamente habilidoso e se importava profundamente com o esporte e com os fãs”, declarou a Nascar. O comunicado também reconheceu seu legado na formação de novos talentos: “Conquistou títulos no mais alto nível da Nascar e ajudou a desenvolver a próxima geração de pilotos como proprietário na Truck Series.”
Até os últimos dias, Busch demonstrava sua paixão pelas pistas. Na etapa mais recente da Cup Series, em Watkins Glen, no último dia 10, mesmo gripado, ele competia e liderava a prova, pedindo atendimento médico ao fim da corrida. No domingo passado (17), ele conquistou uma vitória na etapa da Truck Series em Dover, marcando sua 69ª vitória combinada nas três classes da Nascar.

